Premiado como melhor técnico de esporte coletivo, treinador da seleção de vôlei brinca e abusa da modéstia. Premiação do COB teve brincadeiras de Lula e segurança minuciosa
O tapete vermelho na entrada da casa de shows onde foi realizado o Prêmio Brasil Olímpico 2010 não fazia distinção. Entre convidados, atletas, imprensa, ninguém escapava do forte aparato de segurança em função da presença de Lula na maior premiação do esporte olímpico no país. A revista era minuciosa e muitas vezes passava do ponto. Havia até homens checando as bolsas das mulheres, antes dos detectores de metal, obrigatório para todos. Tudo isso para entrar em um saguão no qual o ar-condicionado não acompanhava a quantidade de pessoas, muito menos o calor carioca. Nada suficiente para tirar o sorriso do rosto de quem o ano inteiro tenta concorrer com a paixão nacional, o futebol.Por volta das 17h45, a primeira coisa a se notar no saguão de convidados eram os vestidos das campeãs do vôlei de praia, Larissa e Juliana. De verde e dourado, respectivamente, abusando do brilho e decotes, as duas distribuíam simpatia e arrancavam comentários dos mais diversos. “Estou muito feliz porque é a primeira vez que podemos concorrer como uma dupla, antes era eu ou ela”, disse Larrisa, endossada por Juliana: “É um presente para nós estar aqui”.Bernardinho: “Só a minha mãe me considera o melhor”Até o “eterno furioso” Bernardinho não se furtou a atender todos os que o abordavam. Modesto, após as conquistas do Campeonato Mundial e da Liga Mundial em 2010, já premiado pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro) como melhor técnico de esporte coletivo, ele afirmou que “é coletivo, portanto isso apenas representa um grupo”. “Só a minha mãe me considera o melhor, eu não me considero, isso não existe, nem meu filho me considera o melhor, é questão de momento. Sou apenas um portador e o representante do time (Murilo) veio receber o reconhecimento pela equipe”.Ao comentar o próximo ano da seleção de vôlei, ressaltou a importância de vencer o sul-americano, no meio do ano, para classificar a equipe para a Copa do Mundo, em novembro, na qual estarão em jogo três vagas para a Olimpíada de Londres, em 2012. “Temos de nos preparar bem para brigarmos pelo ouro em 2012. As pessoas são muito críticas e, em função dessa geração que vem vencendo tudo há 10 anos, a expectativa é sempre muito grande. Os resultados do vôlei são fruto dos investimentos que são feitos desde os anos 80. A grande vitória do esporte é a consistência”, disse.Sobre Murilo, Bernardinho foi só elogios. Afirmou que o jogador viveu anos à sombra de outros talentos da seleção e hoje é um representante fiel da filosofia do grupo. “Ele não é um expoente em nenhum dos fundamentos, mas é excelente em todos, não é o mais talentoso, mas é fundamental. É um cara que viveu anos à sombra de Nalbert, Giba, Giovanni e hoje tem um reconhecimento mais do que merecido”.
O tapete vermelho na entrada da casa de shows onde foi realizado o Prêmio Brasil Olímpico 2010 não fazia distinção. Entre convidados, atletas, imprensa, ninguém escapava do forte aparato de segurança em função da presença de Lula na maior premiação do esporte olímpico no país. A revista era minuciosa e muitas vezes passava do ponto. Havia até homens checando as bolsas das mulheres, antes dos detectores de metal, obrigatório para todos. Tudo isso para entrar em um saguão no qual o ar-condicionado não acompanhava a quantidade de pessoas, muito menos o calor carioca. Nada suficiente para tirar o sorriso do rosto de quem o ano inteiro tenta concorrer com a paixão nacional, o futebol.
Por volta das 17h45, a primeira coisa a se notar no saguão de convidados eram os vestidos das campeãs do vôlei de praia, Larissa e Juliana. De verde e dourado, respectivamente, abusando do brilho e decotes, as duas distribuíam simpatia e arrancavam comentários dos mais diversos. “Estou muito feliz porque é a primeira vez que podemos concorrer como uma dupla, antes era eu ou ela”, disse Larrisa, endossada por Juliana: “É um presente para nós estar aqui”.
Bernardinho: “Só a minha mãe me considera o melhor”Até o “eterno furioso” Bernardinho não se furtou a atender todos os que o abordavam. Modesto, após as conquistas do Campeonato Mundial e da Liga Mundial em 2010, já premiado pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro) como melhor técnico de esporte coletivo, ele afirmou que “é coletivo, portanto isso apenas representa um grupo”. “Só a minha mãe me considera o melhor, eu não me considero, isso não existe, nem meu filho me considera o melhor, é questão de momento. Sou apenas um portador e o representante do time (Murilo) veio receber o reconhecimento pela equipe”.
Ao comentar o próximo ano da seleção de vôlei, ressaltou a importância de vencer o sul-americano, no meio do ano, para classificar a equipe para a Copa do Mundo, em novembro, na qual estarão em jogo três vagas para a Olimpíada de Londres, em 2012. “Temos de nos preparar bem para brigarmos pelo ouro em 2012. As pessoas são muito críticas e, em função dessa geração que vem vencendo tudo há 10 anos, a expectativa é sempre muito grande. Os resultados do vôlei são fruto dos investimentos que são feitos desde os anos 80. A grande vitória do esporte é a consistência”, disse.
Sobre Murilo, Bernardinho foi só elogios. Afirmou que o jogador viveu anos à sombra de outros talentos da seleção e hoje é um representante fiel da filosofia do grupo. “Ele não é um expoente em nenhum dos fundamentos, mas é excelente em todos, não é o mais talentoso, mas é fundamental. É um cara que viveu anos à sombra de Nalbert, Giba, Giovanni e hoje tem um reconhecimento mais do que merecido”.
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