Dirigentes do clube paulista têm sido criticados por uma postura intransigente em discussões sobre a construção
O andamento das obras de construção do estádio do Corinthians, em Itaquera, não está a pleno vapor como sugere o presidente do clube, Andrés Sanchez. Representantes do Comitê Organizador Local de São Paulo dizem que otimismo não é exatamente a palavra que melhor resume seu estado de espírito após as últimas duas reuniões, realizadas na semana passada, com integrantes da diretoria corintiana para discutir o assunto. Cada lado defende argumentos diferentes, o que transforma as reuniões em verdadeiras "Torres de Babel".
A principal crítica é em relação ao comportamento dos diretores corintianos. Pessoas que acompanharam os encontros dizem que os representantes do clube adotaram discurso intransigente, quase arrogante. "Eles (dirigentes) apresentaram o projeto pronto, engessado, sem espaço para adaptações", explicou um dos técnicos envolvidos no trabalho. "Muitas questões ali não estão de acordo com o que estabelece a Fifa, sobretudo para um estádio onde se pretende realizar a abertura do evento. Além do que, existe toda uma discussão interna do Corinthians quanto à qualidade do material ali utilizado. É óbvio que a construtora quer gastar o menos possível, enquanto a equipe de arquitetos que assina o projeto deseja materiais de primeira."
No Parque São Jorge, o projeto da arena corintiana é coordenado diretamente pelo diretor de marketing, Luiz Paulo Rosenberg. É sobre ele que recaem as principais críticas em relação à intransigência nas adaptações necessárias. Participantes das reuniões classificaram como "tensas" as discussões recentes e dizem que o clube conta muito com a força de costuras políticas para aprovar o projeto sem maiores discussões. A reportagem tentou contato com Rosenberg, que não retornou as ligações.
A principal crítica é em relação ao comportamento dos diretores corintianos. Pessoas que acompanharam os encontros dizem que os representantes do clube adotaram discurso intransigente, quase arrogante. "Eles (dirigentes) apresentaram o projeto pronto, engessado, sem espaço para adaptações", explicou um dos técnicos envolvidos no trabalho. "Muitas questões ali não estão de acordo com o que estabelece a Fifa, sobretudo para um estádio onde se pretende realizar a abertura do evento. Além do que, existe toda uma discussão interna do Corinthians quanto à qualidade do material ali utilizado. É óbvio que a construtora quer gastar o menos possível, enquanto a equipe de arquitetos que assina o projeto deseja materiais de primeira."
No Parque São Jorge, o projeto da arena corintiana é coordenado diretamente pelo diretor de marketing, Luiz Paulo Rosenberg. É sobre ele que recaem as principais críticas em relação à intransigência nas adaptações necessárias. Participantes das reuniões classificaram como "tensas" as discussões recentes e dizem que o clube conta muito com a força de costuras políticas para aprovar o projeto sem maiores discussões. A reportagem tentou contato com Rosenberg, que não retornou as ligações.
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