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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Na largada pelo bi mundial, Inter busca vitória ante surpresa do torneio


A jornada na busca pelo segundo título do Mundial de Clubes da Fifa começa para o Inter, efetivamente, nesta terça-feira, às 14h (horário de Brasília). Depois de aguardar mais de quatro meses – desde que superou o São Paulo na semi da Libertadores e assegurou presença em Abu Dhabi, os gaúchos entram em campo contra o surpreendente Mazembe, da República Democrática do Congo.
Sem nenhum tipo de problema no time titular, Celso Roth precisou somente controlar a ansiedade dos jogadores nos últimos cinco dias, período em que estão na cidade do torneio, convivendo diariamente com a presença de torcedores colorados. Os mesmos que devem se fazer presente em número expressivo no estádio Mohammed Bin Zayed, na estreia da equipe.
O comandante quer pés no chão, atenção a partir do primeiro segundo e foco. Tudo para não repetir o desastre do Pachuca, que jogou pouco e foi eliminado pelo Mazembe por 1 a 0, nas quartas de final. “É estreia, mas é jogo eliminatório. Não tem o deixar para depois”, alerta o técnico Celso Roth.
Não existem dúvidas de que os brasileiros têm muito mais chances de seguir na competição. Mas é exatamente por isso que um discurso de modéstia e respeito ecoa do lado vermelho dos Emirados Árabes nos últimos dias. “A semifinal é o jogo mais difícil, essa é a verdade. Se não ganhar vai ficar uma semana em Abu Dhabi para jogar o terceiro e quarto posto e isso vai ser muito ruim”, define o meia D’Alessandro.
Assuntos como desempenho técnico e a possível final com a Internazionale quase nem foram tocados nos contatos com os jogadores e o treinador. A atmosfera gira em torno do que o Inter será capaz de mostrar em seu primeiro jogo, quatro anos depois de faturar o Mundial pela primeira vez.
“Representamos um continente que tem uma tradição grande, um país dito por todos como o país do futebol. Imagina qual é a nossa expectativa”, brinca o técnico Celso Roth. "O início da partida é fundamental. Os jogadores todos estão ansiosos. Nós, brasileiros, todos estamos ansiosos. Sabemos pela experiência que temos, que o início é fundamental”, aponta.

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