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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Novo goleiro do Fluminense não lamenta ida para Europa


Apesar de passagens ruins por Liverpool e Cesena, Diego não se arrepende de ter deixado o Palmeiras no final de 2008


Apesar das passagens frustrantes e apagadas por Liverpool (ING) e Cesena (ITA),Diego Cavalieri afirmou na sua apresentação que não se arrepende de ter trocado o Palmeiras pelo futebol europeu em outubro de 2008. Embora vivesse um excelente momento, o goleiro lembra que à época Marcos havia recuperado a posição de titular e ele também estava sem jogar quando apareceu a proposta do time inglês.
“Todo mundo me pergunta isso, mas eu pensei muito antes de ir jogar na Inglaterra. As pessoas não lembram, mas o Marcão tinha voltado ao time e eu também estava sem muitas oportunidades de jogar. Até que surgiu a proposta de um clube como o Liverpool e eu achei que era a hora de deixar o Parque Antártica”, afirmou Diego Cavalieri, que defendeu o Palmeiras por 13 anos.
A permanência no Palmeiras não era garantia nenhuma para uma possível convocação para a disputa da Copa de 2010, mas a dúvida sempre irá atormentar as lembranças de Diego Cavalieri. No entanto, o goleiro de 29 anos sabe que sua volta ao futebol brasileiro pode lhe abrir as portas para a renovada Seleção Brasileira de Mano Menezes.
“Vamos por partes. Claro que o objetivo de todo jogador é a Seleção, mas primeiro eu quero me adaptar aos novos companheiros, ao meu novo clube e a nova vida. É um ano importantíssimo para o Fluminense com a disputa da Libertadores. O que vier depois disso será consequência do meu trabalho”, explicou.

    Fonte:  

    quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

    Cavalieri está livre para o Fluminense


    Assessoria informa que goleiro formado pelo Palmeiras deve se reunir com clube carioca na semana que vem


     goleiro Diego Cavalieri conseguiu a rescisão de contrato com o Cesena (ITA) e está a uma assinatura de ser contratado pelo Fluminense. De acordo com a assessoria do jogador, o atleta revelado pelo Palmeiras chega ao Brasil nesta quinta-feira. Após a virada de ano, ele vai se reunir com a diretoria tricolor e realizar exames médicos, devendo oficializar o acerto.
    O técnico Muricy Ramalho solicitou a contratação de Cavalieri, uma vez que nenhum dos três goleiros do clube conseguiu se firmar e ter a confiança tanto do treinador quanto da torcida. O titular usualmente foi Fernando Henrique, mas após sua lesão, o tetracampeão brasileiro usou Ricardo Berna debaixo das traves, preterindo Rafael, que vinha sendo o reserva imediato.
    Cavalieri se destacou no Palmeiras em 2007, substituindo o ídolo Marcos. No entanto, após a recuperação de Marcos, ficou na reserva e foi negociado com o Liverpool. Na Inglaterra, também não teve muitas chances, ficando na sombra do espanhol José Manuel Reina. No Cesena, chegou para ser titular, mas as boas atuações do experiente Francesco Antonoli, de 41 anos, o deixaram de lado mais uma vez.
    “Graças a Deus acabou essa agonia e agora estou livre para definir meu futuro. Estava muito chateado porque havia a promessa da diretoria do Cesena de ser liberado sem problemas e eles acabaram criando dificuldades. Agora só quero descansar e comemorar a chegada do Ano Novo ao lado da minha família. Minha expectativa é chegar ao Rio de Janeiro no início da próxima semana para conversar novamente com o pessoal do Fluminense e acertar os últimos detalhes. Estou bastante otimista com a oportunidade de jogar num grande clube e trabalhar com um técnico que dispensa comentários como o Muricy Ramalho”, disse Diego, por meio de sua assessoria.
    *com Gazeta Esportiva

    fonte: 

    domingo, 26 de dezembro de 2010

    Cruzeiro quer Kleber, mas Palmeiras não aceita liberá-lo


    Diretor de futebol do Cruzeiro, Dimas Fonseca, ainda alimenta esperanças de conseguir contratar o atacante
     

    O Cruzeiro está na Copa Libertadores, mas o que parece ser sua primeira grande obsessão para a próxima temporada não é o título mais cobiçado pelos clubes brasileiros e sim o atacante Kleber. Seis meses depois de o jogador trocar o time de Belo Horizonte pela volta ao Palmeiras, os dirigentes mineiros ainda pensam no atleta e não desistem de fazer força para levá-lo de volta em 2011.
    "Apesar do Luiz Felipe Scolari, naquela oportunidade, ter dito que não abriria mão, eu vejo sim (chance de recontratar Kleber). A família da esposa dele é de Belo Horizonte, o Cruzeiro está na Libertadores e o Palmeiras, não. É uma competição que atrai muito os jogadores, não tenha dúvida disso. Eu tenho uma boa expectativa nesse sentido", disse o diretor de futebol do Cruzeiro, Dimas Fonseca.

    Mas, apesar de todas as expectativas dos cruzeirenses em levar Kléber de volta à Toca da Raposa, o Palmeiras não está nem um pouco disposto a liberar seu principal atacante. Em primeiro lugar, por considerar que Kleber é um de seus melhores jogadores (apesar da fase instável no fim da temporada).
    E um segundo aspecto que conta muito é o fato de o atletas ser um dos pivôs das ações de marketing planejadas pelo clube. Ele, Valdivia e Marcos são os três alvos do departamento, que busca incrementar o orçamento palmeirense com novos produtos para a torcida, como os bonecos deles, recém-lançados.

    O próprio jogador tem deixado claro que não pretende se mudar para Minas novamente. Se por um lado ficaria mais próximo à família de sua esposa, em São Paulo moram seus parentes, suas filhas e ficar perto deles foi um dos motivos que o levou a aceitar jogar novamente no Palmeiras.

    Rebelde ProtegidoÉ verdade que o clima para Kleber no Palmeiras já foi melhor. Afinal, foi ele o primeiro jogador a criticar abertamente o diretor de futebol do clube, Wlademir Pescarmona, e a cobrar pagamentos atrasados de direitos de imagem -ele é um dos mais bem pagos atletas do elenco, com R4 410 mil mensais, entre salários e direito de imagem.

    Entretanto, o atacante é um dos mais queridos jogadores do presidente Luiz Gonzaga Belluzzo, que faz questão de dizer que não libera seu atacante para jogar em nenhum outro clube.

    terça-feira, 21 de dezembro de 2010

    Dirigente do Palmeiras faz cara feia sobre Valdivia


    Antônio Carlos Corcione, assessor da presidência, não conseguiu esconder sua insatisfação com o acontecido

    s críticas do meio-campista Valdívia ao diretor de futebol Wlademir Pescarmona e ao técnico Luiz Felipe Scolari caíram como uma bomba no Palmeiras. A direção já está ciente de que ganhou um grande problema para resolver no período de festas de fim de ano. E não será fácil reverter o que foi falado pelo chileno.
    Nesta segunda-feira, a reportagem esteve no Palestra Itália para acompanhar uma apresentação a conselheiros de Paulo Nobre, um dos três candidatos à presidência do clube, e teve contato com Antônio Carlos Corcione, assessor da presidência e membro do Conselho Gestor que participa das decisões no Palmeiras. O cartola evitou grandes comentários sobre o assunto, mas, através da expressão, denunciou a sua insatisfação.

    "Não ouvi direito o que aconteceu, o que ele falou?", indagou Corcione à reportagem inicialmente. Ao ser informado do teor das palavras do "Mago", o dirigente fez cara de poucos amigos e balbuciou. "É...".

    A personalidade forte de Valdívia não é novidade no Palestra Itália. Dono de um estilo provocador dentro das quatro linhas, o chileno nunca aceita engolir sapos, mesmo se for necessário instalar uma crise no clube.

    Para completar, a diretoria alviverde sabe que está em débito com o ídolo, em relação a luvas e direitos de imagem. Em entrevista à Rádio Eldorado/ESPN, Valdívia confirmou que tem dinheiro a receber. "Há salários e pendências atrasadas e nunca falei nada por aí. E ainda tentei ajudar machucado. Sei que o Palmeiras atrasa, mas paga. Eu confio no pessoal, só não posso aguentar o que alguns falam de mim", criticou o chileno, que alega ter sido alvo de dúvidas e questionamentos em razão de sua contusão na coxa no fim da temporada.

    quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

    Adriano afirma que permanecerá na Roma até 2012


    Ao jornal "Corriere Dello Sport", atacante encerra especulações acerca de seu futuro e frustra times brasileiros

    Parece que a polêmica sobre o possível retorno de Adriano para o futebol brasileiro foi encerrada. Em entrevista ao Corriere dello Sport, o atacante confirmou que não tem intenção de deixar a Roma, clube que o recebeu após sua passagem pelo Flamengo em 2009. Segundo Adriano, seu contrato será cumprido até o final, permanecendo na Itália até 2012 e frustrando Corinthians, Palmeiras e Flamengo.
    "O que importa é o que eu digo, e não os outros. Repito pela enésima vez, a Roma é e será a minha equipe. Quero representar de verdade o que foi minha contratação e espero apenas jogar com alguma continuidade", revelou o atacante, que teria recebido propostas para voltar ao Brasil.

    Nos últimos jogos da Roma, sexta colocada no Campeonato Italiano com 26 pontos somados, Adriano não vem sendo utilizando, o que, segundo a imprensa internacional, poderia ter motivado a saída do brasileiro do time.

    "Eu comento isso sem intenção de causar polêmica. Está muito claro que quero atuar bem pela Roma nos gramados, fazendo o que sempre fiz, marcando muitos gols e dando felicidade para a torcida", concluiu o jogador.

    Ainda nesta última quarta-feira, o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, se irritou com a imprensa sobre a possível transferência do atacante para o clube paulista, negando as informações transmitidas pelo dirigente do jogador. Ele chegou a classificar como "quase impossível" a transferência.

    fonte: esporte.ig.com.br

    terça-feira, 14 de dezembro de 2010

    Quanto vale o seu time?


    CONFIRA QUANTO VALE SEU CLUBE

    CorinthiansR$ 749,8 mi
    São PauloR4 659,8 mi
    FlamengoR$ 625,3 mi
    PalmeirasR$ 444,1 mi
    InternacionalR$ 268,7 mi
    GrêmioR$ 222,8 mi
    VascoR$ 156,5 mi
    SantosR$ 153,3 mi
    CruzeiroR$ 139,6 mi
    Atlético-MGR$ 110,3 mi
    FluminenseR$ 104,2 mi
    BotafogoR$ 89,9 mi


      fonte:esporte.uol.com.br

      CBF unifica títulos, e Santos e Palmeiras se tornam os maiores campeões brasileiros


      O Santos e o Palmeiras são os maiores campeões brasileiros. Atendendo ao pedido de alguns clubes, incluindo a dupla paulista, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) irá unificar até o fim deste ano as conquistas da Taça Brasil, Torneio Roberto Gomes Pedrosa e Taça de Prata, transformando-as em títulos nacionais, segundo informações do Jornal Nacional.
      Com essa mudança, o Santos, que atualmente conta com dois títulos brasileiros, passará a ter oito conquistas (Taça Brasil de 1961 a 1965 e Roberto Gomes Pedrosa de 1968). O Palmeiras irá dobrar os atuais quatro troféus nacionais, já que também venceu torneios em 1960, 1967 (duas conquistas) e 1969.
      Não são apenas os dois times paulistas, no entanto, que serão beneficiados com a decisão da CBF. Com a decisão, Cruzeiro, Botafogo e Fluminense também passam a contar com um título a mais do que atualmente.
      Outra mudança histórica está no primeiro campeão da história do país. O Atlético-MG, que venceu a edição do Campeonato Brasileiro de 1971, perde esse posto para o Bahia, que venceu a Taça Brasil em 1959.
      O trabalho de unificação dos títulos foi liderado pelo historiador Odir Cunha, ligado à diretoria do Santos. Após resgatar matérias da época, o profissional elaborou um detalhado dossiê. Com isso, ganhou o apoio dos presidentes de Palmeiras, Cruzeiro, Bahia, Botafogo e Fluminense, que se juntaram para pressionar a CBF.
      Em novembro, a CBF já havia dado indícios de que poderia acatar o pedido dos clubes. Após encontro com o presidente Ricardo Teixeira, lideranças dos clubes ouviram um parecer otimista do homem que comanda o futebol brasileiro.
      "Mandaremos fazer uma análise em cada um dos setores, como o setor técnico, para ver a possibilidade de legalidade dessa iniciativa, que a princípio é factível", afirmou Teixeira, na época do encontro.

      OS TÍTULOS INCLUÍDOS

      TAÇA BRASIL
      "ROBERTÃO" e
      TAÇA DE PRATA
      1959 – Bahia
      1960 – Palmeiras
      1961 – Santos
      1962 – Santos
      1963 – Santos
      1964 – Santos
      1965 – Santos
      1966 – Cruzeiro
      1967 – Palmeiras
      1968 – Botafogo
      1967 – Palmeiras
      1968 – Santos
      1969 – Palmeiras
      1970 – Fluminense

      segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

      'Tenho pena de quem assumir o Palmeiras', diz Palaia

      Candidato à presidência, dirigente enfrenta os empresários Paulo Nobre e Arnaldo Tirone


      "Vi muita coisa errada. O dinheiro foi mal investido. Tenho pena de quem assumir o Palmeiras", afirmou o polêmico conselheiro durante entrevista. Mas não é esquisito que um candidato à presidência fale isso? "Talvez, mas estou disposto a essa dose de sacrifício pelo clube. Quem sabe pode ser a última oportunidade da minha vida de ajudar", ressaltou. 


      Na eleição do Palmeiras, que será realizada na primeira quinzena de janeiro, Palaia terá como adversários os empresários Paulo Nobre, que divide com ele alguns votos da situação, e Arnaldo Tirone, candidato da oposição que conta com o apoio do grupo de conselheiros ligados ao ex-presidente Mustafá Contursi. 

      Ao falar sobre seus rivais no pleito palmeirense, Palaia desdenhou da candidatura de Nobre. "Primeiro eu gostaria de saber quem é Paulo Nobre. Qual a história dele no Palmeiras? E agora ele vem dizer que era eu que deveria apoiá-lo nesse processo. Não dá". "Na verdade, só estou alertando os conselheiros do Palmeiras sobre o risco de colocar na presidência alguém que não tem vivência no clube, que não tenha, desculpe a falta de modéstia, um currículo como o meu", reforçou, em outro trecho da entrevista.

      Palaia ainda disse que se sente traído dentro do Palmeiras. "Fui traído. Por exemplo, quando o Della Monica era candidato à reeleição, era exigido, por um grupo de conselheiros, a minha saída do futebol em troca de votos. Ele (Della Monica) foi eleito, com o meu apoio inclusive, e colocou esses homens que deram esse rombo nos cofres do Palmeiras. Talvez não tenha sido uma traição intencional, pois era um jogo político para ele se reeleger. Nesse momento, eu esperava o apoio do Della Monica, mas ele está dando o apoio ao Tirone, aliás, por quem tenho admiração, tanto por ele quanto pelo pai Arnaldo Tirone. Nesse caso, eu acompanhei. Ele (Tirone, candidato) é palmeirense desde pequeno. Não é um corredor de kart ou bicicleta", reforçou o dirigente, ao falar do seu outro rival na eleição palmeirense. 

      Palaia ainda reclamou que se sentiu isolado no período em que dirigiu o Palmeiras nos últimos dois meses, que ele qualificou como "muito complicados". E foi além ao falar de sua situação como vice-presidente. "Nos meus quatro anos como vice não tive acesso a nada. Ficava sabendo das coisas por meio de jornal", afirmou, para depois criticar o próprio Belluzzo ao ser questionado se não acha estranho que um vice-presidente só saiba das coisas pela imprensa. "Claro. Por isso montei o Conselho Gestor. Coisa que o Belluzzo deveria ter feito e não fez."

      Já ao ser indagado sobre o fato de o Palmeiras não ter conseguido resultados de peso sob o comando de Vanderlei Luxemburgo e Muricy Ramalho nos últimos anos e agora sofrer com fracassos após o retorno de Luiz Felipe Scolari, ele apontou as "más contratações" e a 'má gestão de recursos" como razões para a falta de títulos. "Eu não contrataria 80% dos jogadores que foram contratados nesse período", admitiu.

      O dirigente ainda assegurou que Scolari está seguro no cargo do Palmeiras caso ele vença a eleição do clube em janeiro. "O Felipão é o nosso técnico. Só que não podemos cobrar uma laranjada dele se ele só tem limões", reforçou, em uma nítida crítica ao poderio do atual elenco do Palmeiras.