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sábado, 18 de dezembro de 2010

Internacional vence e termina o Mundial em terceiro

Colorado entrou em campo vaiado mas terminou o jogo aplaudido pela torcida



O Internacional venceu o Seongnam (COR) por 4 a 2 e ficou com a terceira colocação do Mundial de Clubes, honrando os cerca de 10 mil torcedores que viajaram até Abu Dhabi para ver o sonho do bi Mundial.

O Mazembe (RDC) jogou um balde de água fria e estremeceu a relação entre torcedores e jogadores, que entraram em campo vaiados. Contudo, após o primeiro gol, a torcida abraçou o time e não parou mais de cantar.

Ao contrário do Mazembe, que enfrentou o Inter com o time todo na defesa, os coreanos do Seongnam pensaram que enfrentariam um time fácil de ser batido e entraram em campo com uma supreendente marcação sob pressão no ataque. A tática resultou em gigantescos espaços na defesa.

O Internacional não demorou para controlar a partida e o gol saiu aos 15 minutos. Alecsandro contou com uma trapalhada de dois defensores, ficou livre com a bola e cruzou para Tinga. Mesmo bem marcado, o jogador conseguiu tocar de cabeça para abrir o placar.

Aos 17, Molina quase empatou. Após receber ótima assistência, o colombiano arriscou da entrada da área e acertou o travessão. A reação parou por aí. Dez minutos depois, o crucificado Alecsandro finalmente marcou seu gol após jogada de D'Alessandro. Na comemoração, uma homenagem ao goleiro argentino Abbondanzieri, que encerrará a carreira com o fim do Mundial.

Para facilitar a vida dos colorados, Suk Won foi expulsou no fim do primeiro tempo.
Na segunda etapa, o Internacional realizou um jogo-treino, aplicando um baile sobre os coreanos. Logo aos seis minutos, D'Alessandro marcou um belo gol, chutando colocado depois de uum passe de Sóbis.
O quarto gol era questão de tempo. Apesar das incontáveis oportunidades perdidas pelos brasileiros, passaram-se 19 minutos até a rede balançar novamente. Nei cruzou da direita, a bola passou pelos coreanos e encontrou Alecsandro, que apenas empurrou para o gol.
No momento mais bonito da partida, o goleiro Abbondanzieri entrou no lugar de Renan para ser homenageado e se despedir do futebol da melhor maneira: jogando. Todavia, o colombiano Molina resolveu estragar a festa e marcou dois gols para o Seongnam.
FICHA TÉCNICA:
INTERNACIONAL 4 X 2 SEONGNAM (COR)

Local: Zayed Sports City, em Abu Dhabi (EAU)
Data/Hora: 18/12/2010 às 12h (horário de Brasília)
Árbitro: Michael Hester (NZL)
Auxiliares: Jen Hendrik Hintz (NZL) e Tevita Makasini (TGA)
Renda/Público: Não divulgados

Cartões amarelos: Índio (INT); Suk Won (SEO).
Cartões vermelhos: Suk Won, 33'/1ºT (SEO).
Gols: Tinga, 15'/1ºT (1-0); Alecsandro, 27'/1ºT (2-0); D'Alessandro, 6'/2ºT (3-0); Alecsandro, 25'/2ºT (4-0), Molina, 39'/2ºT (4-1), Molina, 47'/2ºT (4-2).

INTERNACIONAL: Renan(Abbondanzieiri, 28'/2ºT) , Nei, Bolívar, Índio e Kleber; Wilson Mathias(Andrezinho, 35'/2ºT), Guiñazu, Tinga E D'Alessandro; Rafael Sóbis(Giuliano, 17'/2ºT) e Alecsandro. Técnico: Celso Roth.

SEONGNAM: Sung Ryong, Jae Sung, Young Sun, Sung Hwan e Hong Chul; Jae Cheol, Suk Won, Ho Young(Randoncic, 28'/1ºT; Jin Ryong, 43'/1ºT; Kwang Jin, 33'/2ºT) e Molina; Sung Kuk e Dong Geon. Técnico: Shin Tae Yong. 

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Inter procura técnicos e deixa Celso Roth em "banho maria"


Dorival Jr é o preferido. Fernando Carvalho admite que é difícil a contratação, por isso o atual treinador ainda não foi comunicado que pode ter o contrato não renovado. E Guiñazu não sai para o Brasil, diz dirigente

A diretoria do Internacional não pretende renovar com o técnico Celso Roth, apesar de oficialmente dizer que sua permanência é natural. O discurso ensaiado tem uma explicação: se os preferidos para assumir o time em 2011 não aceitarem o convite, Roth pode até ficar. O nome que agrada aos quatro dirigentes que comandam o futebol (Vitório Píffero, Fernando Carvalho, Giovanni Luigi e Roberto Siegmann) é o de Dorival Júnior, do Atlético-MG. Mas...

“O Dorival não sai do Atlético, é impossível. A situação do Celso Roth não é insustentável. Não se pode falar que ele vai sair”, disse o vice-presidente de futebol, Fernando Carvalho, no início da tarde desta quinta-feira (manhã no Brasil) no hotel que o Inter está concentrado em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. A equipe joga neste sábado, 12h de Brasília, pela disputa de terceiro lugar do Mundial de clubes contra o Seongnam Chunma, da Coreia do Sul.

Deixar Roth em “banho maria” é uma estratégia para procurar outros treinador e ter a opção B de manter o atual técnico caso tudo dê errado. O contrato de Roth termina no fim de dezembro e o presidente eleito Giovanni Luigi disse que só conversará com ele no retorno ao Brasil, programado para segunda-feira, 20 de dezembro.  Dorival Jr, o preferido, tem contrato em Belo Horizonte até dezembro de 2011 e está com moral por lá por ter evitado o rebaixamento.

Abel Braga, que treina o Al Jazira, dos EAU, e até Dunga, que está desempregado depois de comandar a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2010 foram nomes lembrados, mas descartados por Carvalho.

GuiñazuA diretoria do Inter está irritada com a notícia de que o volante argentino estaria a caminho do São Paulo. “O Guiñazu não sai do Inter para o mercado brasileiro. Nem por troca”, disse Carvalho. Se deixar o Beira-Rio, o destino dele deve ser o futebol do Oriente Médio. Com 32 anos, o jogador gostaria de se resolver financeiramente.
O Inter tem interesse em contratar o volante Edinho, do Palmeiras, mas não pretende realizar uma troca, como quer o clube paulista. O jogador manifestou interesse em retornar ao clube gaúcho diretamente a Carvalho, em um encontro no aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Presidente do Inter responde a provocação e diz que Grêmio se "apequenou"



Rivalidade entre os clubes gaúchos fez gremistas citarem eliminação do Inter na posse da nova diretoria. Dirigente também respondeu a Lúcio, da Inter de Milão

O presidente do Internacional, Vitório Píffero, respondeu nesta quinta-feira as provocações do rival Grêmio com relação à eliminação colorada na semifinal do Mundial de clubes para o surpreendente Mazembe, da República Democrática do Congo. Na posse da nova diretoria gremista, na noite de quarta-feira no Brasil, o novo presidente Paulo Odone disse que prefere não chegar ao Mundial do que perder para uma equipe sem tradição.
“Na década de 30, o Assis Chateaubriand, grande jornalista, estava lá na Paraíba e precisava chamar a atenção dos grandes centros. Por isso ele provocava personalidades do Rio e de São Paulo. Comparo o Grêmio a isso. Eles precisam provocar o grande”, disse Píffero, na recepção do hotel no qual a delegação está hospedada em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. O Inter enfrenta o Seongnam, da Coreia do Sul, sábado (12h de Brasília), na disputa pelo terceiro lugar do Mundial.
“Com certeza é apequenamento (sic) do clube. Vocês jamais verão o presidente do Inter falando algo do Grêmio. Como disseram, se você está em Dubai você não cai. Estamos em Abu Dhabi, mas é tudo Emirados Árabes”, disse Píffero, que acabou não agüentando e provocou o adversário, rebaixado em 2005 para a Série B do Campeonato Brasileiro.
O dirigente também falou sobre as declarações do zagueiro Lúcio, da Inter de Milão. Depois de vencer o Seongnam, o ex-atleta do Internacional disse que o clube brasileiro menosprezou os africanos e fez festa antes da hora. Ele citou a presença de 27 mil torcedores no estádio um dia antes do embarque para Abu Dhabi.
“Ele (Lúcio) está mal informado. A torcida foi lá para ver um filme (Absoluto,m que conta a história do título mundial de 2006) e não para festejar uma conquista que nem tínhamos”, disse Píffero.
O clima de velório continua no hotel em que o clube está hospedado e o curioso é que continuam chegando torcedores, que compraram pacotes apenas para ver a última partida, imaginando que seria a final contra a Inter de Milão. Os italianos enfrentam na decisão o Mazembe,  às 15h de Brasília de sábado.

fonte: esporte.ig.com.br

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Alecsandro deve deixar o Inter em 2011, segundo empresário


A derrota para o Mazembe na semifinal do Mundial de clubes vai acelerar o processo de mudança no Internacional. Contratações e vendas devem ocorrer ainda em 2010. O centroavante Alecsandro é um dos cotados para deixar o estádio Beira-Rio.
“Eu até acho que seria melhor ele dar uma saída, mas é preciso ter calma com esse assunto. Acho que seria um bom momento para buscar novos ares”, afirma Oldegard Filho, empresário do jogador.

Nomes como Luis Fabiano, do Sevilla, e Grafitem, do Wolfsburg, já foram cogitados pelo Inter. A tendência muito forte é que o clube contrate um camisa 9 de renome para a Libertadores 2011.
 
Aos 29 anos, Alecsandro já recebeu propostas para sair no meio do ano, mas o Inter preferiu não abrir conversa com os interessados. Porém, com o fracasso diante do Mazembe, a situação está perto de ficar insustentável. 
 
Alecsandro foi um dos poucos jogadores vaiados no jogo de terça-feira contra o time africano. Tanto a torcida em Abu Dhabi quanto os que se reuniram em Porto Alegre apuparam o atacante quando ele foi substituído no segundo tempo do jogo. Não que Alecsandro tenha sido o pior em campo, mas por uma implicância antiga: Alecsandro nunca satisfez boa parte da torcida do time gaúcho.
O agente do jogador garante que, ainda em 2010, times de Rússia, Arábia Saudita, Catar e Emirados Árabes mostraram interesse em Alecsandro, mas o Inter não quis negociar. Agora, ele aguarda pela definição do clube, que vai dizer se ainda conta ou não com Alecsandro. O contrato vai até 2013, e Oldegard acha que não será difícil achar um novo clube, caso seja necessário.
“É um jogador que tem mercado. Na hora que o Inter disser que não o quer mais, eu não tenho dúvida que vão aparecer muitos interessados”, afirma o empresário.
Alecsandro chegou ao Beira-Rio em janeiro de 2009 com a tarefa de substituir Nilmar. Esta ocupação talvez tenha dificultado a sua identificação com a torcida, uma vez que Nilmar era aprovado por grande maioria dos torcedores. Em dois anos de Beira-Rio, Alecsandro já fez 52 gols nos mais variados campeonatos (incluindo a Libertadores) e nos mais variados adversários (incluindo o clássico Gre-Nal), mas foram raros os momentos de paz com a torcida.
De toda forma, ainda é cedo para o Internacional definir o futuro do jogador. O clube ainda precisa cumprir o compromisso de disputar o terceiro lugar do Mundial no próximo sábado, contra o perdedor de Inter de Milão (Itália) e Seongnam (Coréia do Sul), que jogam nesta quarta-feira. Mas, se chegar uma proposta, o clube não deve se opor à saída do camisa 9.

fonte: esporte.ig.com.br

Presidente eleito do Inter diz que Celso Roth deve ficar


Diretoria do Inter culpa jogadores pelo fiasco no Mundial de clubes. Futuro vice de futebol acha que alguns jogadores se esconderam

O presidente eleito do Internacional, Giovanni Luigi, disse na manhã deste quarta-feira em Abu Dhabi (madrugada no Brasil) que a tendência é Celso Roth permanecer no comando do time em 2011. O contrato do técnico acaba após o Mundial de clubes - o Inter disputa o terceiro lugar no sábado, 12h de Brasília, contra o perdedor de Inter de Milão, da Itália, e Seongnam Chunma, da Coreia do Sul, que se enfrentam nesta quarta-feira (15h de Brasília). Já o atacante Alecsandro deve deixar o clube.

“O trabalho do Celso [Roth] não pode ser avaliado por esse jogo. Foi uma noite infeliz de alguns jogadores, que não renderam o que esperávamos. A tendência, hoje, é que ele permaneça, mas não sou o presidente ainda e não posso atuar”, disse Luigi, que assume no começo de janeiro no lugar de Vitório Píffero.

Não foi só Luigi que preferiu culpar os atletas. O futuro vice-presidente de futebol, Roberto Siegmann, reclamou dos gols perdidos pelos atacantes. Não citou nomes, mas pareceu recado claro de que Alecsandro, que tem mais dois anos de contrato, não deve permanecer.
“O Internacional teve ao menos seis chances de gol e não fez. O Mazembe teve duas e fez. É nessa hora que aparece quem decide. Quem é rato se esconde”, disse o dirigente, que fará dobradinha no departamento com Fernando Carvalho, atual vice de futebol, que topou ficar mais seis meses atuando na área a pedido dos jogadores.
Luigi não deve conversar com Roth em Abu Dhabi, mas apenas no retorno a Porto Alegre. A delegação do Inter volta ao Brasil no domingo, chegando na segunda-feira à tarde.

fonte: esporte.ig.com.br

Noite de insônia, manhã de choro: derrota fere o Inter


Rafael Sobis deixou a academia e caminhou ao lado da piscina do hotel do Inter. Foi abordado por um torcedor. Em vez de críticas, recebeu incentivo: batidas no peito, frases de apoio. Ele se afastou um pouco para o lado, sentou em uma cadeira e chorou. Chorou os gols perdidos na noite anterior, chorou a eliminação para o Mazembe, chorou a decepção do sonho despedaçado.
Foram lágrimas que resumiram o abatimento que toma conta do elenco vermelho após a eliminação nas semifinais do Mundial de Clubes. A maioria do elenco passou a noite sem pregar o olho. Não conseguiu tirar da memória a dor da eliminação.
- Noite? Que noite? – disse Alecsandro.
A dor bate forte. Tinga, um dos jogadores mais identificados com o clube, teve uma noite para esquecer.
- Acredito que ninguém conseguiu dormir. A gente fica vendo o jogo de novo, pensando no que poderia ter sido feito. No futebol, quando ficamos vendo as coisas depois, é porque não deu certo. Foi horrível. Estou triste demais – disse o meia.
A expressão dos jogadores era de total apatia. Eles caminharam em silêncio pelo hotel, com o rosto fechado, sem sorrisos. Carregavam a derrota na cara.
 

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Quanto vale o seu time?


CONFIRA QUANTO VALE SEU CLUBE

CorinthiansR$ 749,8 mi
São PauloR4 659,8 mi
FlamengoR$ 625,3 mi
PalmeirasR$ 444,1 mi
InternacionalR$ 268,7 mi
GrêmioR$ 222,8 mi
VascoR$ 156,5 mi
SantosR$ 153,3 mi
CruzeiroR$ 139,6 mi
Atlético-MGR$ 110,3 mi
FluminenseR$ 104,2 mi
BotafogoR$ 89,9 mi


    fonte:esporte.uol.com.br

    Mundial de Clubes 2010


    FICHA TÉCNICA


    Mazembe
    Kidiaba
    Nkulukuta
    Ekanga
    Kimwaki
    Kasongo
    Bedi
    Mihayo
    Ekanga
    Kabangu
    Singuluma
    Kaluyituka
    Técnico: Lamine N’Diaye

    Inter
    Renan
    Nei
    Bolívar
    Índio
    Kleber
    Wilson Matias
    Guiñazu
    Tinga
    D’Alessandro
    Rafael Sóbis
    Alecsandro
    Técnico:Celso Roth
    Data: 14/12 (terça)
    Horário: 14h (Brasília)
    Transmissão: Placar UOL Esporte Globo, BandSports, Sportv
    Local: estádio Mohammed Bin Zayed, em Abu Dhabi (EAU)
    Árbitro: Bjorn Kuipers (HOL)
    Auxiliares: Berry Simons (HOL) e Sander Van Roekel (HOL)

    Na largada pelo bi mundial, Inter busca vitória ante surpresa do torneio


    A jornada na busca pelo segundo título do Mundial de Clubes da Fifa começa para o Inter, efetivamente, nesta terça-feira, às 14h (horário de Brasília). Depois de aguardar mais de quatro meses – desde que superou o São Paulo na semi da Libertadores e assegurou presença em Abu Dhabi, os gaúchos entram em campo contra o surpreendente Mazembe, da República Democrática do Congo.
    Sem nenhum tipo de problema no time titular, Celso Roth precisou somente controlar a ansiedade dos jogadores nos últimos cinco dias, período em que estão na cidade do torneio, convivendo diariamente com a presença de torcedores colorados. Os mesmos que devem se fazer presente em número expressivo no estádio Mohammed Bin Zayed, na estreia da equipe.
    O comandante quer pés no chão, atenção a partir do primeiro segundo e foco. Tudo para não repetir o desastre do Pachuca, que jogou pouco e foi eliminado pelo Mazembe por 1 a 0, nas quartas de final. “É estreia, mas é jogo eliminatório. Não tem o deixar para depois”, alerta o técnico Celso Roth.
    Não existem dúvidas de que os brasileiros têm muito mais chances de seguir na competição. Mas é exatamente por isso que um discurso de modéstia e respeito ecoa do lado vermelho dos Emirados Árabes nos últimos dias. “A semifinal é o jogo mais difícil, essa é a verdade. Se não ganhar vai ficar uma semana em Abu Dhabi para jogar o terceiro e quarto posto e isso vai ser muito ruim”, define o meia D’Alessandro.
    Assuntos como desempenho técnico e a possível final com a Internazionale quase nem foram tocados nos contatos com os jogadores e o treinador. A atmosfera gira em torno do que o Inter será capaz de mostrar em seu primeiro jogo, quatro anos depois de faturar o Mundial pela primeira vez.
    “Representamos um continente que tem uma tradição grande, um país dito por todos como o país do futebol. Imagina qual é a nossa expectativa”, brinca o técnico Celso Roth. "O início da partida é fundamental. Os jogadores todos estão ansiosos. Nós, brasileiros, todos estamos ansiosos. Sabemos pela experiência que temos, que o início é fundamental”, aponta.