Por meio de Stefano Domenicali, chefe da equipe, a Ferrari mostrou ser contra a realização de uma segunda corrida na Itália, esta nas ruas de Roma
A Ferrari apresentou, nesta quinta-feira (16), o seu posicionamento contra o GP de Roma, corrida que tenta, por meio de seu promotor Maurizio Flammini, entrar no calendário da F1. Em entrevista ao site da equipe, Stefano Domenicali negou que o time esteja interessado no surgimento de mais uma prova em sua terra natal. O chefe da Ferrari foi conciso. "Nossa posição é muito clara e não deixa espaço para interpretação. Nosso esporte está expandindo cada vez mais o número de países recebendo um GP, e todas as equipes estão de acordo com isso", disse. De acordo com Domenicali, a quantidade de provas inviabiliza a criação de uma segunda prova italiana, mesmo uma delas sendo nas ruas de Roma. "Portanto, é inevitável que não seja mais possível ter duas corridas em um mesmo país. Escolher onde um GP vai acontecer não é serviço das equipes, isso convém só ao detentor dos direitos comerciais. Todo o resto é pura especulação", falou. Desde a temporada 2008, a F1 tem um país com duas corridas no ano: é a Espanha, que detém o GP que leva seu nome, em Barcelona, além do GP da Europa, em Valência.
fonte: esporte.ig.com.br
Desde a temporada 2008, a F1 tem um país com duas corridas no ano: é a Espanha, que detém o GP que leva seu nome, em Barcelona, além do GP da Europa, em Valência.
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