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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

D'Alessandro bate Neymar e Conca e é eleito o melhor da América


Meia do Internacional venceu a tradicional disputa do jornal "El País". Neymar foi o terceiro e Conca, o quarto


Na tradicional premiação do jornal uruguaio "El País", que chegou à sua 25ª edição, o meia Andrés D'Alessandro, do Internacional, foi eleito o melhor jogador da América em 2010. O argentino, que foi destaque na conquista do time gaúcho na Copa Libertadores da América, venceu outros dois jogadores que se destacaram no Brasil na temporada: o atacante Neymar, campeão paulista e da Copa do Brasil com o Santos, ficou em terceiro, e o meia Darío Conca, campeão brasileiro com o Fluminense, foi o quarto.
Na segunda colocação, outro argentino: o meia Juan Sebastian Verón, do Estudiantes, vencedor das edições de 2008 e 2009. No total, D'Alessandro teve 61 votos, Verón recebeu 51, Neymar ficou com 47 e Conca com 46. O atacante Santiago 'El Tanque' Silva, ex-Corinthians, que está no Banfield, fechou a relação dos cinco primeiros, com 35 pontos.
A eleição do "Rei da América" acontece desde 1986 e já premiou jogadores como Raí, Bebeto, Romário, Riquelme, Francescoli e Tevez. O pleito possui a participação de jornalistas de todo o continente americano, que elegem os jogadores que mais se destacaram em cada ano. Em 2010, além de Neymar, o meia Giuliano, do Internacional, foi outro brasileiro que apareceu entre os dez primeiros colocados.
Confira os dez jogadores mais votados na eleição do El País:1º. D'Alessandro (Argentina) - 61 pontos
2º. Verón (Argentina) - 51 pontos
3º. Neymar - 47 pontos
4º. Conca (Argentina) - 46 pontos
5º. Santiago Silva (Uruguai) - 35 pontos
6º. Mauricio Victorino (Uruguai) - 33 pontos
7º. Hilario Navarro (Argentina) - 28 pontos
8º. Néicer Reasco (Equador) - 26 pontos
9º. Leandro Desábato (Argentina) - 24 pontos
10º. Giuliano - 24 pontos
fonte: 

    terça-feira, 14 de dezembro de 2010

    Na largada pelo bi mundial, Inter busca vitória ante surpresa do torneio


    A jornada na busca pelo segundo título do Mundial de Clubes da Fifa começa para o Inter, efetivamente, nesta terça-feira, às 14h (horário de Brasília). Depois de aguardar mais de quatro meses – desde que superou o São Paulo na semi da Libertadores e assegurou presença em Abu Dhabi, os gaúchos entram em campo contra o surpreendente Mazembe, da República Democrática do Congo.
    Sem nenhum tipo de problema no time titular, Celso Roth precisou somente controlar a ansiedade dos jogadores nos últimos cinco dias, período em que estão na cidade do torneio, convivendo diariamente com a presença de torcedores colorados. Os mesmos que devem se fazer presente em número expressivo no estádio Mohammed Bin Zayed, na estreia da equipe.
    O comandante quer pés no chão, atenção a partir do primeiro segundo e foco. Tudo para não repetir o desastre do Pachuca, que jogou pouco e foi eliminado pelo Mazembe por 1 a 0, nas quartas de final. “É estreia, mas é jogo eliminatório. Não tem o deixar para depois”, alerta o técnico Celso Roth.
    Não existem dúvidas de que os brasileiros têm muito mais chances de seguir na competição. Mas é exatamente por isso que um discurso de modéstia e respeito ecoa do lado vermelho dos Emirados Árabes nos últimos dias. “A semifinal é o jogo mais difícil, essa é a verdade. Se não ganhar vai ficar uma semana em Abu Dhabi para jogar o terceiro e quarto posto e isso vai ser muito ruim”, define o meia D’Alessandro.
    Assuntos como desempenho técnico e a possível final com a Internazionale quase nem foram tocados nos contatos com os jogadores e o treinador. A atmosfera gira em torno do que o Inter será capaz de mostrar em seu primeiro jogo, quatro anos depois de faturar o Mundial pela primeira vez.
    “Representamos um continente que tem uma tradição grande, um país dito por todos como o país do futebol. Imagina qual é a nossa expectativa”, brinca o técnico Celso Roth. "O início da partida é fundamental. Os jogadores todos estão ansiosos. Nós, brasileiros, todos estamos ansiosos. Sabemos pela experiência que temos, que o início é fundamental”, aponta.